sábado, 5 de dezembro de 2009

Peleja




Na guerra e no amor
Não se conta a armaria
Quase tudo é sofrimento
Uns de tormento e dor
Outros de louco ardor

Ainda que em fingimento
E no calor da refrega
Se encontrem foragidos
Que à luta dizem não
Sem o sabor da vitória
Ficam lerdos na paixão

Saem os vivos cansados
Em esforços demonstrados
E nos fervores criativos
Saem triunfadores, altivos
Por alcançarem glória
Pois…
Dos fracos não reza a história.

A sanidade perdura, se não chegar a loucura de uma doida paixão.

05/12/2009
Karl d’Jo Menestrel

2 comentários:

paula barros disse...

Adorei a foto!

Essa é uma guerra boa, a guerra do amor, dos dedos entrelaçados, dos corações apaixonados.

É uma pena que nem sempre dá para enlouquecer a sanidade, eis que a razão briga com a emoção, e nessa luta insana vence a razão.

beijos

Nanda Assis disse...

que lindoo!!

bjosss...